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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Saude Bucal na Terceira Idade

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?

A regra é simples, se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira.
Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza. Mesmo sabendo que essas dicas parecem receita de bolo elas quase sempre funcionam, mas é claro que a genética e a sorte (traumatismos e etc) podem contribuir a favor ou contra os fatos acima expostos



Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.
  • As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista.
  • A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
  • As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.
  • Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.
  • As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.
  • A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
    1. Má alimentação.
    2. Higiene bucal inadequada.
    3. Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
    4. Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
    5. Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
  • Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.
  • As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Um abraço

quarta-feira, 21 de março de 2012

Piercing na boca...

Não sou adepto a polêmicas, até por achar que opinião e gosto é algo muito pessoal, e por não ter nenhum tipo de preconceito por questões de formação, educação e até genéticas...

Mas quando o assunto é saúde, acho interessante expor o que se tem pesquisado sobre o assunto Piercing na Boca...

O que é um piercing na boca?

É qualquer tipo de piercing que pode ser na língua, nos lábios ou nas bochechas. Nos anos mais recentes, os piercings na região da boca têm se tornado uma forma de expressão individual. Como o piercing na orelha, os brincos e anéis de metal colocados na boca são de diferentes estilos e compreendem peças como pinos, tarraxas e argolas. Mas o piercing colocado na língua, lábios ou bochechas envolvem riscos maiores do que os colocados na orelha. Antes de perfurar qualquer parte, dentro ou fora da boca, converse com seu dentista.
 NO LÁBIO

NA LÍNGUA

Quais os riscos deste tipo de piercing?

É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:
Infecção ? A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.
Sangramento prolongado ? Caso um vaso sangüíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.



Dor e inchaço ? São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.


Dentes danificados ? O contato com a jóia pode danificar o dente. Dentes com restaurações - por exemplo, coroas ou jaquetas - também podem ser danificados pelas peças de metal.

404366 DENTE QUEBRADO Dente quebrado: o que fazer

Ferimento na gengiva ? As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.
Interferência com a função normal da boca ? As jóias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.
Doenças transmissíveis pelo sangue ? O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.
Endocardite ? O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sangüínea, podendo chegar ao coração.

Quanto tempo dura um piercing?

Se você não contrair nenhuma infeção e seus piercings orais não interferirem com as funções normais da boca, podem ser usados de forma permanente. Mas, não deixe de ir ao dentista se sentir qualquer tipo de dor ou algum outro problema. Por causa dos riscos envolvidos mesmo depois que a ferida da perfuração desaparece (como é o caso de engolir peças soltas ou danificar os dentes), a melhor coisa é não fazer piercing oral. Claro que procurar um profissional habilitado em tatuagens e body piercing é uma necessidade...

Eu acho bonito piercings e tatuagens aliás tenho tatuagens assim como minha esposa e certamente futuramente minhas filhas com meu total apoio, mas um profissional correto, com mecanismos de esterilização e boa técnica além de experiência é uma necessidade...Porém, mesmo com todos os cuidados os riscos citados acima existem e se vc optar por esse artificio estético tem de estar preparado...

sexta-feira, 16 de março de 2012

O que vem a ser Placa Bacteriana

Trata-se de uma película pegajosa e incolor, constituída de bactérias e açúcares que se forma sobre os dentes. É a principal causa de cáries e gengivite. Se não for removida diariamente, endurece e forma o tártaro.

Como saber se tenho placa bacteriana nos dentes?

Todos nós temos placa bacteriana porque as bactérias estão sempre presentes em nossa boca. As bactérias aproveitam os nutrientes contidos nos alimentos que ingerimos e aqueles contidos na saliva para se desenvolver. A placa causa as cáries quando os ácidos que ela produz atacam os dentes, o que acontece após as refeições. Sofrendo esses ataques repetidos, o esmalte dos dentes pode se desfazer e abrir caminho para a formação de cáries. Não sendo retirada, a placa bacteriana pode também irritar a gengiva ao redor dos dentes, causando gengivite (as gengivas ficam vermelhas, incham e sangram), periodontite e perda dos dentes.

Como posso evitar a formação da placa bacteriana?

É fácil evitar a formação da placa bacteriana. Basta você:
  • Escovar bem, no mínimo três vezes ao dia, para remover a placa bacteriana de todas as superfícies dos seus dentes.
  • Usar fio dental diariamente para remover a placa bacteriana que se instala entre seus dentes e sob a gengiva, onde a escova não pode alcançar.
  • Limitar a ingestão de alimentos com muito açúcar ou amido, especialmente aqueles que grudam nos dentes.
  • Visitar seu dentista regularmente para fazer limpeza e exame completo dos dentes.

Obrigado pela atenção, um abraço...
Ubiratã Oliveira

domingo, 18 de setembro de 2011

Dentição dos Idosos

Da mesma forma que as crianças, os idosos também necessitam de cuidados especiais para manter a saúde bucal. 

Uma realidade dos dias de hoje é que entre os idosos uma grande a maioria, nos dias de hoje, possuem alguns dentes, mas que nem sempre se apresentam em bom estado, resultado de uma odontologia mais eficiente, mas nem tanto dos seus tempos de mais jovens. Isso faz com que muitas vezes os mesmos apresentem desconforto e/ou perda de função.


Com a expectativa média de vida do brasileiro cada vez mais alta, atualmente em torno de 72,3 anos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), surgem novas possibilidades para garantir bem-estar ao idoso. 



Deve-se atuar no idoso sob o conceito da multidisciplinaridade, ou seja, cuidar de pacientes em conjunto com médicos, nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas.

Idosos geralmente têm doenças como diabetes, pressão alta e mal de Alzheimer, por esse motivo, deve-se estar a par de como tratá-los.

Sabemos hoje que  é completamente possível manter dentes saudáveis ao longo da vida.Não é uma realidade idosos com dentaduras...



Os cuidados bucais durante toda a vida, inclusive na terceira idade, são fundamentais para a manutenção de uma vida saudável. A promoção da saúde bucal em idosos visa garantir bem-estar, melhoria da qualidade de vida, auto-estima, possibilidade de comunicação, estética, além de facilitar a mastigação, deglutição e absorção dos nutrientes por meio do processo digestivo.

Dicas

1-É importante cuidar da saúde bucal desde a infância. Os dentes de leite devem ser sempre higienizados, pois influenciam a qualidade dos permanentes.
2-Os idosos devem escovar os dentes com creme dental fluoretado, utilizar fio dental e higienizar a língua de modo que remova restos alimentares.
3-É importante o cuidado com a dieta. Evite refrigerantes e alimentos que contenham muito açúcar, porque contribuem com o desenvolvimento de cáries e outras doenças.
Além de fazer mal à saúde, fumar também prejudica os dentes, causando doenças periodontais.
4-Visite um dentista periodicamente. Esse cuidado é fundamental para a manutenção de uma boca saudável.


5-O idoso deve informar ao dentista a ocorrência de boca seca, que pode estar associada ao uso de medicamentos, falta de ingestão de líquidos, estresse e tratamento com radiação.
6-Para quem usa dentaduras, especialistas indicam trocá-las a cada cinco anos.
7-Deve-se estar sempre atento às mudanças no interior da boca. Caso perceba a permanência de qualquer alteração, como mancha ou ferida, procure urgentemente um dentista.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A dieta e as cáries

Muitas vezes recebo pacientes que tem uma regular higienização dos seus dentes e frequentam com alguma regularidade os consultórios dentários, mas mesmo assim convivem com a atividade de cárie em seus dentes...


Então fica a pergunta o que posso estar fazendo de errado?
Pois então respondo: sua dieta...

Inúmeras observações, realizadas nas três últimas décadas, constataram a importância dos hábitos alimentares (dieta) na etiologia da cárie dentária. A dieta compreende tudo aquilo que é ingerido pelo indivíduo, independente do seu valor nutricional. Portanto, os fatores dietéticos exercem influência direta/local sobre os dentes.

De fato temos que o açucar e seus disfarces : bolachinha, pães, bolos, balas...etc aumentam a incidência da doença cárie... 



A dieta primitiva dos seres humanos mostra baixos índices de cáries dentárias. Porém, isso mudou com a introdução do açúcar e grãos de cereais processados em suas dietas. Pode-se observar que, com a modernização no mundo e o elevado padrão de vida, ocorreu uma mudança também nos padrões alimentares, sendo evidenciado grande aumento no índice de lesões cariosas ao ser adotada uma dieta com alto consumo de produtos vendidos em lanchonetes, padarias e com grande conteúdo de açúcares.
A cárie está diretamente relacionada à introdução dos carboidratos refinados na dieta da população, principalmente a sacarose, que é considerada o dissacarídeo mais cariogênico, sendo este o mais presente na dieta familiar em quase todo o mundo.
O processo cariogênico começa com a produção de ácidos, quando o produto de metabolismo bacteriano ocupa a placa dentária. A descalcificação da superfície continua até a ação de tamponamento salivar ser capaz de elevar o pH acima do nível cítrico. Posteriormente, a placa se combina com o cálcio e endurece, formando o tártaro ou o cálculo, irritando também a gengiva. 

 

Segundo dados recentes, o consumo médio de açúcar estimado no Brasil é de 132 gramas pessoa/dia. É um consumo alto, visto que países como EUA e Portugal apresentam um consumo médio de 87 e 84 gramas pessoa/dia, respectivamente.

Na dieta familiar, o açúcar mais presente é a sacarose refinada, a qual é encontrada em produtos como balas, chocolates, refrigerantes, sucos industrializados, bolos, etc...

Um importante fator na prevenção da cárie dentária é a diminuição do consumo do açúcar. Portanto, o aconselhamento dietético, visando alterações nos hábitos alimentares, é de suma importância para o paciente na prevenção e tratamento da cárie dentária.

Fatores nutricionais relacionados à cariogenicidade:
  • Alimentos cariogênicos: alimentos ricos em carboidratos, principalmente refinados (açúcar e doces);
  • Alimentos cariostáticos: não contribuem para a cárie. Proteínas: peixes, carnes, frango, ovos. As gorduras também não contribuem para o aparecimento de cáries, pois formam um película oleosa nos dentes;
  • Água: a ingestão de água, além de ser necessária para as funções vitais do organismo, é importante para o mecanismo de limpeza dos dentes;
  • Fibras: são importantes para a limpeza e pelo favorecimento da irrigação dos dentes;
  • Seqüência e combinação dos alimentos. Por exemplo, comer vários biscoitos doces de uma só vez é mais cariogênico do que comer vários biscoitos ao longo do dia;
  • Vitaminas: são importantes, já que a Vitamina A, por exemplo, é necessária para o tecido epitelial e reepitelização e ativação da ceratina-dentina responsável pelo esmalte dos dentes. A Vitamina D é importante para absorção de cálcio e fósforo - importantes para a dentina e síntese dos ossos. Evitando a desmineralização do esmalte, pode-se prevenir a formação de cárie.
 Os programas de prevenção de cáries se concentram em uma dieta balanceada, modificação das fontes e quantidades de carboidratos fermentáveis e integração de práticas de higiene oral no estilo de vida das pessoas.

O aconselhamento dietético é fundamental para qualquer programa de prevenção e manutenção de saúde bucal, visto que os hábitos dietéticos adquiridos na infância formam a base para o futuro padrão alimentar. Nele deve-se levar em conta, porém, a realidade em que a criança vive, tendo como objetivo central a utilização racional de açúcar.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Manutenção dos Tratamentos...

Aqui temos uma assunto extremamente importante, a forma que o paciente e o profissional devem proceder após o tratamento dentário.
Como assim após?
Sim a etapa mais importante de um tratamento dentário é o seu pós tratamento, de que forma o paciente deve fazer para manter os então dentes brancos, alinhados e harmoniosos em dentes brancos, alihados e harmoniosos.


Cada vez mais a odontologia sabe que 50% dos procedimentos feitos em um consultório dentário são procedimentos que visam refazer algo que já foi feito. Mas por que eles precisam ser refeitos:
a) foram mal executados
b) são muito antigos
c) falharam por motivos alheios a culpa do profissional ou paciente
d) foram mal cuidados pelo paciente

Vamos atestar que os itens a, b e c  são situações que ocorrem e que independem dos cuidados do paciente, mas o item d  é de responsabilidade unica e exclusiva do usuário.

Bom mas aí vem a pergunta, como posso evitar a deterioração dos tratamentos ou pelo menos adiá-la tendo em vista que nenhum tratamento é para sempre.

Aqui vão algumas boas dicas:

1- HIGIENIZAÇÃO: a base de tudo, as resinas, porcelanas, os clareamentos... são diretamente afetados pela placa bacteriana e seus subprodutos, higienizar bem e bastante na forma correta pode ajudar consideravelmente no processo de manutenção

2-REVISÕES PERIÓDICAS AO DENTISTA: aqui algo que insisto muito a meus pacientes: o retorno peridódico e não vale a máxima de 6 em 6 meses, cada caso é um caso, imagine aquele paciente que não tem nenhuma restauração na boa, esse pode vir 1x ao ano, e aquele outro que tem 12 elementos de porcelana, 3 implantes, fez clareamento, cirurgia de cisto...esse deve retornar a cada 3 meses. Alguns pacientes costumam pensar que as rechamadas são caras, pois discordo veementemente, uma consulta ocm um dentista varia de R$ 40,00 a R$ 100,00 o que com certeza não corresponde nem a 5% do valor de ter de refazer tudo de novo, além do mais é muito mais fácil retornar e ter uma consulta rápida, light, do que voltar e ter de "enfrentar" toda aquela parafernalia de refazer algum procedimento

3- CUIDADOS FUNCIONAIS: sim como já falei em outros momentos aqui mesmo no blog; não existe tratamento odontológico perene, todo tratamento tem sua duração e deve receber os cuidados adequados quando em função mastigatória, assim como qualquer prótese ele tem suas limitações e o ambiente oral é muito inóspito.




Então fica aqui meu aviso, quando chamado retorne, não, não eu não estou querendo trocar de carro e cobrar consultas sem motivo (risos); se quer me chamar de algo ruim me chame de preguiçoso, pois o que quero evitar são aqueles tratamentos dificeis e cansativos (mais risos)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fraturas Dentárias

Esportes radicais,  brincadeiras das crianças, descuidos levam ao risco de um acidente e esse pode acabar atingindo a cavidade bucal. .



As conseqüências podem ser: fratura de parte da coroa dentária, fratura radicular em qualquer altura do seu comprimento, sem fratura, porém, com rompimento do feixe vásculo-nervoso e necrose pulpar ou até a avulsão dentária (que é a saída do dente inteiro com rompimento do ligamento).

Estudos diversos verificoram  que uma porcentagem grande de crianças (38,59 %) possuíam dentes fraturados, sendo 27,2 % do sexo masculino e 72,8 % do sexo feminino. Os dentes mais afetados foram os incisivos centrais superiores representando 63.83 % dos dentes fraturados.




Todo cuidado é pouco, e nas atividades esportivas podemos amenizar os riscos com equipamentos de proteção como capacetes, joelheiras e cotoveleiras, bem como, protetores bucais usados frequentemente em lutas marciais, por exemplo.



Após o acidente, há a necessidade de verificar a extensão da lesão e encaminhar a pessoa lesionada para um pronto socorro e/ou ao dentista, caso atinja a cavidade bucal. O tratamento das fraturas da coroa dentária pode ser feito utilizando os próprios fragmentos de dentes fraturados, quando estes podem ser encontrados caídos no chão ou outro lugar. Basta que estes fragmentos sejam recolhidos, armazenados em leite ou soro fisiológico e levados ao dentista. Estes são colados com resina. Quando não é possível encontrar o fragmento fraturado, o dente é totalmente reconstituído com resina composta ou por uma coroa de porcelana ou de outro material compatível.A importância de recuperar o dente vai desde o lado funcional até o estético.


A odontologia esta muito avançada e os recursos são cada vez maiores trazendo a oportunidade de não só as classes mais favorecidas, mas a toda população a recuperar dentes fraturados ou perdidos por fratura. O importante está na observância dos cuidados de conservação dos fragmentos ou do dente deslocado.



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Bruxismo = Estresse

"O bruxismo, hábito de apertar e ranger os dentes é comum em cerca de 15% das pessoas. Esses pacientes podem sofrer fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes e distúrbios da articulação mandibular. As causas deste problema podem ser a tensão emocional e o fechamento inadequado da boca."

Estes sintomas são comuns durante o sono. Ranger os dentes à noite e apertá-los durante o dia, formam um problema progressivo onde o paciente perde os parâmetros e só percebe que tem bruxismo se prestar atenção na própria tensão muscular ou se alguém ouvir o ranger noturno. O diagnóstico geralmente é feito depois que surgem algumas complicações.



Causas

O bruxismo é associado ao estresse em 100% dos casos. Todos os pacientes com sintomas de bruxismo têm aumento da tensão emocional. Um alinhamento incorreto dos dentes e fechamento inadequado da boca está presente na maior parte dos casos, mas dificilmente são suficientes para causar o problema na ausência de um aumento da tensão.

A doença pode atingir qualquer pessoa, e é mais freqüente entre os 15 e 35 anos. É também mais freqüente nas mulheres do que nos homens.

Conseqüências

As dores de cabeça tensionais são comuns nos portadores de bruxismo. Elas surgem por contração excessiva dos músculos da mastigação, podendo atingir rosto, pescoço, ouvido e até ombros. O período crítico é pela manhã (se a contração predominar a noite) ou de tarde (se predominar de dia).




Outro problema decorrente do bruxismo é dor da articulação da mandíbula. Esta também pode sofrer estalos, travamento, restringir a abertura da boca e desviar para o lado ao abrir e fechar.

Também é freqüente a dor e o desgaste dos dentes. A dor é pior pela manhã e o desgaste pode chegar à gengiva. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar a quebra. Traumas repetidos e inflamação da gengiva levam à perda do suporte ósseo dos dentes, que se tornam móveis.



Tratamento

O primeiro passo é reconhecer o problema. O dentista deve fazer um "check up" da boca e eliminar com aparelhos e desgastes seletivos dos dentes os pontos que impedem uma mordida perfeita. Mas isso não é tudo. Pessoas com bruxismo têm um termômetro psicológico na boca.



O melhor é perceber que o problema não vem do nada e tentar achar suas causas no dia-a-dia.

Um passo importante para tentar curar ou pelo menos diminuir o bruxismo é cortar a tensão psicológica. Isto pode ser feito através de esportes, ioga e exercícios de relaxamento. Já distúrbios psiquiátricos, como depressão e ansiedade, devem ser aliviados e medicados se necessário. A psicoterapia identifica e trata as dificuldades emocionais associadas ao bruxismo.

Fechar bem a boca também é outra forma de evitar o bruxismo. O fechamento deve ser perfeito. O mal contato entre os dentes de cima e de baixo leva a pontos de atrito que aumentam a tensão muscular. Próteses malfeitas como pontes e dentaduras devem ser trocadas. Os dentes precisam ser alinhados com aparelhos.

Outro método usado é o encaixe de placas de acrílico na arcada dental durante a noite. Estas distribuem a força muscular em todos os dentes e não apenas em um ou dois mal posicionados. Por último, o dentista deve fazer um ajuste fino do fechamento da boca.



É realizado um desgaste em lugares específicos de alguns dentes para encaixar a arcada dental superior na inferior sem nenhum ponto de atrito. A solução é procurar um bom dentista para indicar o tratamento.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Mau Hálito: um problema sério


Cerca de 75% dos casos de halitose (mau hálito) têm sua origem em um problema bucal. Outras causas do mau hálito são os distúrbios gástricos, infecções nos seios [maxilares/paranasais] e doença gengival grave.


O sucesso do tratamento depende da determinação de sua causa. Tão logo o dentista determine a causa, o tratamento pode começar
.
O mau hálito pode ser causado por:
  • Fatores externos : alimentos, como cebola e alho, e bebidas, como café e álcool, e o fumo;
  • Má higiene bucal : quando a placa bacteriana e resíduos alimentares não são completamente removidos;

  • Enfermidade bucal : gengivite e doença periodontal;
  • Próteses totais ? formação da placa e acúmulo de resíduos nas próteses, que precisam ser limpas diariamente;
  • Amígdalas : as fendas (criptas) mais largas das amígdalas podem permitir que os resíduos se acumulem na área;
  • Infecções do aparelho respiratório: garganta, seios [paranasais] e pulmões;
  • Boca seca (xerostomia): que pode ser causada por problemas nas glândulas salivares, medicamentos, respiração pela boca, radioterapia e quimioterapia;
  • Doenças sistêmicas: diabetes, doenças renais/hepáticas, pulmonares e dos seios [maxilares/paranasais], distúrbios gastrintestinais;

Qual a relação entre doença bucal e doença sistêmica?


Pesquisas recentes sugerem que há uma relação entre doenças bucais e doenças sistêmicas (diabetes, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, infecções respiratórias, mal de Alzheimer) e outras enfermidades. Quando o tecido gengival se inflama dando origem à gengivite, mediadores inflamatórios chamados citocinas, presentes no tecido gengival, podem passar para a saliva e serem aspirados para dentro dos pulmões. As bactérias responsáveis pela periodontite também podem penetrar no sistema circulatório e deslocar-se até outras partes do corpo. As bactérias bucais podem causar infecções secundárias ou a inflamação de outros tecidos ou sistemas orgânicos do corpo.

Quem você deve consultar, se tiver mau hálito?

Se achar que a causa de seu mau hálito é a dieta alimentar, consulte um nutricionista. Ele poderá ajudá-lo a modificar sua dieta. Se o problema for má higiene bucal e você tiver gengivite, (inflamação da gengiva) ou periodontite (perda do osso que sustenta os dentes), consulte seu dentista e peça instruções sobre como melhorar a higiene bucal. Se o problema for infecção das amígdalas ou uma infecção respiratória, siga as recomendações de seu clínico geral ou de um especialista em ouvido, nariz e garganta (otorrinolaringologista) ou doenças do pulmão e trato respiratório (pneumologista).

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Uso do Flúor

Muitos profissionais e pacientes indicam e usam o flúor...mas o que é como é e como atua...

O flúor é um mineral natural encontrado em toda a crosta terrestre e largamente distribuído pela natureza. Alguns alimentos contêm flúor, assim como a água fornecida por algumas empresas de serviço público.

O flúor é geralmente adicionado à água potável para ajudar a reduzir a incidência de cáries nos dentes. Na década de 30, pesquisadores encontraram pessoas que cresceram bebendo água naturalmente fluoretadas. Desde então, os estudos têm mostrado repetidamente que quando o flúor é adicionado ao suprimento de água da comunidade, a incidência de cárie diminui. A Associação Brasileira de Odontologia, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, dentre muitas outras organizações têm endossado o uso de flúor nos suprimentos de água, devido ao seu efeito preventivo contra a cárie.




Como o flúor atua?
O flúor ajuda a prevenir as cáries de duas maneiras distintas:
  • O flúor se concentra nos ossos em crescimento e nos dentes em desenvolvimento das crianças, ajudando a endurecer o esmalte dos dentes de leite e permanentes que ainda não nasceram.
  • O flúor ajuda a endurecer o esmalte dos dentes permanentes que já se formaram.
O flúor trabalha durante os processos de desmineralização e remineralização que ocorrem naturalmente em sua boca.
  • Sua saliva contém ácidos que causam a desmineralização nos dentes. Estes ácidos são liberados após a alimentação.
  • Em outros momentos - quando sua saliva está menos ácida - ocorre justamente o oposto, a reposição do cálcio e do fósforo que mantém seus dentes resistentes. Este processo é chamado de remineralização. Quando o flúor está presente durante a remineralização, os minerais depositados são mais duros do que seriam sem o flúor, ajudando a fortalecer seus dentes e a prevenir a dissolução durante a próxima fase de desmineralização.
     


Como saber se estou recebendo quantidade suficiente de flúor?
Se a água que você bebe contiver flúor, então somente a escovação regular utilizando um creme dental com flúor será suficiente para adultos e crianças com dentes saudáveis, com um baixo risco de cáries. Se a água de sua comunidade não for fluoretada, nem contiver uma quantidade suficiente de flúor natural (uma parte em um milhão é considerada ideal), então seu dentista ou pediatra deve receitar suplementos de flúor para suas crianças tomarem diariamente. Seu dentista ou pediatra poderá dizer a quantidade correta de flúor para sua família, por isso não deixe de pedir sua orientação. Se a água que você consome vier de uma rede pública de abastecimento, você poderá saber se ela contém flúor ligando para a empresa de água local. Se a sua água vier de um poço particular, você poderá analisá-la em um laboratório de teste ambiental independente e que ofereça este tipo de serviço.