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terça-feira, 13 de março de 2012

Como escolher BEM o seu dentista

Claro que não existe uma regra geral, nem uma fórmula de sucesso mas aqui vão algumas dicas interessantes diretas do site da Colgate (http://www.yahoo-colgate-saudebucal.com.br)

Um bom início é pedir referências para as pessoas em quem você confia: seus amigos, membros de sua família, conhecidos, colegas de trabalho, seu farmacêutico ou o médico da família. Pergunte a eles com que tipo de dentista fazem o seu tratamento dentário (clínico geral ou especialista), há quanto tempo tratam com este profissional e como é o relacionamento que mantém. É importante que você escolha um dentista com quem você se sinta bem.
Para escolher bem seu dentista, você pode também:
  • Ligar para uma associação de dentistas e solicitar uma lista dos profissionais recomendáveis.
  • Fazer uma busca na Internet. A cada dia aumenta o número de dentistas que têm sites onde explicam seus métodos de tratamento.

Que tipo de dentista eu estou precisando?

Os profissionais com formação geral são treinados para fazer todo tipo de tratamento e podem, se for preciso, indicar um dos especialistas relacionados abaixo:
  • Odontopediatra: especializado no atendimento de crianças.
  • Endodontista: diagnostica e trata de enfermidades da polpa dentária e canais radiculares (muitos dentistas gerais também fazem tratamentos de canal).
  • Protesista/ Dentística: especializado na confecção de coroas , próteses dentárias fixas, removíveis ou próteses totais conhecidas como dentaduras . Eles trabalham com estética e reabilitação oral total.
  • Patologista bucal: usa procedimentos laboratoriais para diagnosticar problemas bucais. Também é especializado em odontologia forense.
  • Cirurgião bucal/maxilofacial: remove cistos, tumores e dentes. É preparado para corrigir fraturas ou outros problemas que exijam tratamento cirúrgico, inclusive da articulação temporomandibular (ATM ). Esses profissionais também usam métodos de cirurgia plástica para eliminar ou reduzir problemas do maxilar e da face.
  • Ortodontista: especializado na correção da posição dos dentes por meio de aparelhos ortodônticos.
  • Periodontista: especializado no diagnóstico e tratamento das doenças da gengiva.

Como se tornar um dentista?

Para se tornar um Dentista, é necessário ingressar num curso de Odontologia reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação)e pelo Conselho Federal de Odontologia. O curso tem duração de 5 anos ou 10 semestres e dá direito a licença pelo Conselho Federal de Odontologia, através do nº de CRO, emitido pelo Conselho Regional de Odontologia de seu estado. Após o término do curso, geralmente realiza-se um curso de especialização, onde o dentista escolhe uma das áreas da Odontologia para atuar Ortodontia, Periodontia, Odontopediatria, Cirurgia, entre outras).

Espero que tenha ajudado um forte abraço

domingo, 24 de julho de 2011

Dores de Cabeça? Procure seu dentista!!!

Quantas e quantas pessoas chegam em meu consultório em busca da solução de suas dores de cabeça...mas voces podem estar se perguntando o que um dentista poderá fazer por isso?
Digo a voces que dessa procura a grande maioria vem indicada pelo seu médico neurologista!!!
Deixe-me explicar temos em nosso sistema mastigatorio um complexo sistema envolvendo dentes, musculos e articulações. Quando a situação tem equilibrio, é normal, tudo bem o problema todo ocorre quando algum desses elementos está em desalinho aí literalmente acaba sobrando para o paciente que tem sua inervação pressionada, alterada e logo apresenta dores de cabeça bem intensas. 


O problema todo estará normalmente na articulação temporo mandibular, essa articulação situa-se logo à frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula, mas também podemos ter dores que são relacionadas aos músculos ou quem sabe nos dentes....só um dentista poderá diagnosticar e tratar...



Qual é a principal característica de um paciente que tem problemas de ATM?
O principal indicativo de uma alteração na ATM são estalos na região de ouvido, normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes. A ausência de dor não é sinal de normalidade. O estalido (clique), por si só, já traduz problemas nas ATMs.

Quais as principais causas dos problemas de ATMs?
Toda e qualquer doença necessita de mais de um fator para a sua ocorrência. O fator principal deve ser acompanhado dos fatores que contribuem, modificam ou perpetuam a doença. No caso da disfunção das ATMs, acredita-se que o fator principal seja a maloclusão (relacionamento inadequado entre os dentes da maxila e mandíbula), sendo o “stress”, os hábitos parafuncionais e algumas doenças sistêmicas ou hormonais capazes de contribuir, modificar ou perpetuar o seu aparecimento. Contudo, sabe-se que a ordem dos fatores principais e secundários pode alterar-se, havendo diferentes pesos no julgamento de quem é o agente iniciador da disfunção.
Aquele paciente com sono agitado ou com muito stress sempre pode ser mais acometido por esse problema, pois nem dormindo seu sistema mastigatório relaxa; é mais ou menos como ficar na academia dia e noite...o que irá sobrar do seu joelho, por exemplo.



Por que acontece o estalido (clique) nas ATMs?
Entre as faces articulares dos ossos que compõem as ATMs (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco articular, cujas principais funções são amortecer e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros. Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica, acontece o estalido (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como: falar, mastigar, cantar, bocejar etc.

Por que o problema de ATM pode causar dor de cabeça?
As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATM, em geral, não são propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça. Posições posturais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger de dentes, associados ao “stress”, normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.


Por que o problema de ATM pode causar dor de ouvido?
A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATM. Como diagnóstico diferencial, as disfunções das ATMs não manifestam febre, não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores. Existe relação entre dentes e ATM?Sim. O “encaixe dental” (oclusão) é responsável pela posição do côndilo (cabeça da mandíbula) dentro da articulação. Ocluir os dentes mais para a frente, para trás ou para os lados traz conseqüências para as ATMs. O ideal é que a oclusão tenha um relacionamento adequado, para manter côndilo e disco articular harmônicos e bem posicionados entre si, a fim de que a articulação seja saudável.

Qual é o tratamento indicado?
O tratamento é multi-fatorial. Depende do estágio da disfunção e principais causas. O Cirurgião-Dentista deve estar habilitado para detectar e tratar da DTM
Mas muitas vezes placa de bruxismos ou placa miorelaxantes podemauxiliar no diagnostico e tratamento, claro que somados ao tratamento do stress, alinhamento dentário com próteses e ortodontia (aparelhos), fisioterapia, psicoterapia, prática de esportes e etc.
Quais são as conseqüências do não-tratamento?
A disfunção temporomandibular é uma doença que, depois de instalada, é quase sempre progressiva. O que não se consegue determinar com exatidão é a sua velocidade de progressão e as suas conseqüências. Portanto, o ideal é o tratamento precoce, que certamente proporciona melhores soluções e resultados.
O desgaste acentuado dos dentes é um problema muitas vezes bem visivel e demonstra a agressividade da doença
O que é o bruxismo?
Bruxismo é o apertamento ou rangido dos dentes, que pode ocorrer enquanto o indivíduo está acordado ou dormindo. É uma atividade danosa ao sistema mastigatório, pois pode gerar desgaste dos dentes ou dor muscular, entre outros problemas. Indivíduos com dentes desgastados, portanto, necessitam de uma avaliação para verificar se possuem quadro de bruxismo ativo e se há necessidade de tratamento. É importante ressaltar que alguns medicamentos podem induzir ou agravar essa situação.



E todos esses problemas são permanente?
Essa condição é episódica e pode ocorrer em fases de estresse ou após algum evento físico (como um trauma) ou emocional. É fundamental, entretanto, que o paciente procure por tratamento para que a dor não se torne crônica (de longa duração), o que torna o tratamento muito mais difícil.

Espero ter ajudado a resolver o problema, mas me coloco a disposição para ajudá-los no que for possível em meu consultório ou de forma virtual.
Um abraço

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sexo e boca

Então,
Assunto sério, delicado... porém penso ser importante conversar de forma direta com os leitores desse blog.

Tabus e preconceitos só servem para arraigar problemas e difundir a doença. Sejamos sinceros e vamos descer de nosso isolamento, pois mesmo que discordemos podemos ter filhos e amigos sem a informação e passá-las pode aliviar muita dor de cabeça!!!



A boca e o sexo estão diretamente relacionados, o beijo, o sexo oral são práticas comuns e constantes em qualquer relação.

Portanto devemos que risco corremos, e como nos prevenir deles.


Ao contrário do que muita gente pensa, sexo oral também é um caminho para contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). E em alguns casos, uma DST oral pode ser até mais difícil de diagnosticar e tratar. O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico.

O singelo beijo não é tão inocente assim; nas festas muitas pessoas gostam de “ficar” com o maior número de parceiros casuais possível. Porém, este comportamento atual é considerado de alto risco pela promiscuidade inerente. Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis pelo beijo.
A mononucleose (doença do beijo), cárie, gengivite, candidíase (sapinho), herpes labial, tuberculose, hepatite e até as doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis e a gonorréia podem passar de um “ficante” a outro.



Para não ter surpresas desagradáveis pós-balada, recomenda-se cuidar bem da higiene bucal e visitar regularmente o dentista. Um exame clínico de rotina é capaz de identificar os primeiros sintomas das manifestações bucal de doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo.

O relacionamento sexual oral sem preservativo (camisinha), mesmo entre pessoas normais, pode sempre vir a trazer alguma alteração na flora bacteriana, tanto bucal como genital. Essa condição é possibilitada pela troca dos fluidos e microrganismos salivar e genital, podendo os microrganismos de uma cavidade agir patologicamente em outra cavidade de nosso organismo, gerando alguns desequilíbrios das bactérias locais, essas alterações tendem normalmente a se auto-regular sem necessidade de antibióticos. 



Você pode adquirir inúmeras doenças sexualmente transmissíveis – (DSTs) pelo sexo oral, caso você tenha algum sangramento gengival, aftas ou quaisquer lesões na boca, que acabe entrando em contato com uma pessoa que seja portadora da doença e que tenha também qualquer pequena ulceração também ou sangramento.

As doenças sexualmente transmissíveis mais freqüentemente transmitidas ou adquiridas na boca são: Herpes, HPV, Sífilis, AIDS, Gonorréia, Cancro Mole, Candidíase; Uretrites, porém podemos considerar que em certos casos, as Hepatites A, B, C podem ser transmitidas pelas relações sexuais, assim com, gripes, hanseníases (saliva e secreções), etc, portanto, poderíamos considerá-las como Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs de certa forma.

Atualmente, ainda são os homens que detém a maior prevalência de doenças sexualmente transmissíveis, mas as mulheres a cada dia vêm apresentando maior freqüência. Isto não se deve a susceptibilidade e sim a um maior comportamento de risco em relacionamentos sexuais em ambos os sexos, independente da profissão e classe social e cultural.

O contágio ou infecção se dá por contato sexual direto, por meio das relações bucais, também conhecidas como sexo oral ou ainda pelo beijo, ou seja, por relacionamentos sexuais buco-genitais, buco-anais e buco-genito-anais, como também podem ocorrer tão somente pelas relações buco-bucais. São mais susceptíveis aqueles que têm sangramentos gengivais, ulcerações bucais e lesões nos tecidos epiteliais da boca ou oro-faringe, associados a uma má higiene bucal.

 HPV oral

A transmissão de doenças sexualmente transmissíveis pela realização do sexo oral, ocorre principalmente quando o parceiro tem feridas abertas na região genital, que são muitas vezes não percebidas. Pode-se também adquirir a infecção através do sexo oral se ele tem alguma lesão ou cortes na língua, gengivas ou na boca, também muitas vezes não percebidas. O risco de transmissão também pode aumentar devido a certas atividades realizadas antes ou depois do sexo oral. Estas incluem escovar os dentes, utilizar fio dental, mastigar alimentos ou qualquer tipo de trabalho odontológico realizado.

O relacionamento sexual seguro, sempre deve ser com preservativo e uma excelente higiene bucal, devemos ainda enfatizar que é fundamental uma excelente higiene bucal, por meio da escovação, utilização do fio dental corretamente e cremes dentais que contenham formulação anti-séptica, além de utilizar como co-adjuvantes enxaguatórios bucais com formulação anti-séptica sem álcool. Estes procedimentos citados são a melhor forma de prevenção das Doenças Bucais Sexualmente Transmissíveis.

Uma higiene eficaz corpórea e uma higiene bucal adequada são formas de evitar o estabelecimento de doenças por ulcerações e lesões do tecido epitelial; os controles periódicos em consultórios odontológicos e médicos; uma vida regrada sem o risco de sexo inseguro e com o mesmo parceiro/a.

A higiene bucal é condição indispensável para a manutenção da saúde bucal e todos os produtos que pudermos lançar mão para a não ulceração e para a promoção da saúde serão bem vindos. Os anti-sépticos bucais sem álcool e a base de clorhexidina são coadjuvantes no controle das infecções como as doenças periodontais, portanto, ajudam a evitar ulcerações e exposição de tecido conjuntivo. A higiene bucal é a forma mais simples, mais barata e segura de prevenção para inúmeras doenças, cuja porta de entrada é o meio bucal, principalmente quando ulcerado.

Não fique constrangido de perguntar, o anonimato é uma possiblidade, encie sua dúvida sem e-mail que respondo de forma pública aqui pelo blog, ou de forma direta. Esse é um assunto sério que muitas vezes não é conversado junto a seu dentista por constrangimento ou insegurança (o que é um tabu, mas...)
Um abraço


quarta-feira, 16 de março de 2011

Sorriso da semana

 

Acho que essa semana não temos muitos sorrisos pra distribuir...
Vamos nos ater aos problemas mais próximos, sabendo que Japão e Paraná também sofrem com fenomenos naturais.
Faça sua parte, contribua, lembre-se que poderia ser vc.

terça-feira, 1 de março de 2011

Sorriso da Semana e mais um descanço

Vou beijar-te agora não me leve mal hoje é carnaval!!!


Voce pode não gostar, pode até odiar, mas não tem como passar-te despercebido: por bem ou por mal é a maior festa popular do mundo.

E por isso ou não por isso, uns dias a mais de folga nos farão bem...
Saindo dia 04/03 e só voltando dia 14/03 eu e Paula.
Qualquer atendimento de urgência a krahe estará a disposição no fone: 32248855, ou eu ainda apostos no e-mail: ubiratadeoliveira@gmail.com

De resto:
Me leva que eu vou sonho meu atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu!!!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

E quando as coisas não dão certo?!?

Pois temos aqui no sul (acho que no resto do país também) um ditado popular que diz: "não devemos elogiar o burro antes de passar no barro." Pois bem, na semana passada conversando com um paciente o qual teve problemas com uma de suas facetas de cerômero (ela se deslocou a noite e acabou caindo) lembrei bem dessa máxima popular.Refleti sobre isso durante o final de semana.

Já trabalho com odontologia a pouco mais de 17 anos, se somar o período na Universidade onde também efetuava procedimentos tudo isso passa dos 22 anos. E posso dizer que não tenho 100% de sucesso em nenhum procedimento odontológico. Falo com tranquilidade sobre isso, pois nesse 22 anos de profissão, todos eles sempre atendendo o público posso contabilizar por alto quase 50.000 atendimentos.

Raramente encontramos algum profissional com um índice ZERO de insucessos, e veja bem estou falando de INSUCESSO e não erro; mas em um primeiro momento podemos pensar que são sinônimos e realmente são, mas em se tratando de odontologia vejo uma grande diferença entre um e outro: ERRO: procedimento efetuado de forma errada, sem embasamento científico ou sem preparo técnico suficiente e que previsivelmente iria dar errado; INSUCESSO: procedimento efetuado dentro dos padrões exigidos pela odontologia baseada em evidência, mas que por total imprevisibilidade acaba falhando. (Veja só a GRANDE diferença). É como por exemplo um craque do futebol bater um penalty e o goleiro do outro lado defender (insucesso), ou um perna de pau bater o penalty pra fora e longe (erro), pode parecer uma questão linguistica, mas pra mim não é.

Estar preparado para efetuar um procedimento, ter embasamento técnica científico, e saber das limitações desse são vitais para um profissional ter um bom indice de sucesso.

Penso, ainda, que muito mais importante do que sucessos e insucessos ,é saber se posicionar frente aos eles. E é nesse sentido que busco aprimorar minha forma de trabalhar. Ou seja os insucessos são uma realidade, eles vão acontecer, mais dia menos dia, por mais que estejamos preparados, por mais que tenhamos planejado cada caso, utilizado os melhores materiais e as técnicas mais modernas e testadas, um dia algo inesperado irá acontecer e o procedimento vai falhar.

Portanto apesar de tratar TODOS meus pacientes de mesma forma, me dou o direito de buscar ainda mais superação frente ao paciente que teve um dos seus procedimentos em desacordo com o prometido. Apresentar-me totalmente disponível, refazer, mudar o tipo de procedimento sem ônus ao paciente, encaixá-lo entre consultas; enfim buscar mais que o mlehor que já procura dar aos demais é uma necessidade que sinto frente a tais situações.

Sei que essas "falhas" não são previlégios meus, alguns devem lebrar de presidensíável Heloisa Helena que em uma entrevista teve sua prótese fixa de um dente da frente voando.


Ou ainda da bela DemiMoore que em seu Twitter postou uma linda foto também sem seu dente da frente.


Só falha quem tenta, e não adianta rezar pra Santa Apolônia a protetora dos Dentistas, pois isso vai te acontecer, mas lembre-se que o burro após passar o barro ainda pode ser elogiado se mantiver o trote e não se aborrecer com isso; ou seja; procuro superar essa adversidade ocm mais trabalho, mais esforço e uma boa dose de atenção e bom humor frente a situação.



Bom Dia

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Certificados

Bom conforme já comentei em outras postagens sinto que além da importância de fazer meu trabalho da melhor forma possível, buscando constante atualização técnica, integração com minha equipe de trabalho e estando disponível aos meus pacientes, sinto a necessidade de contribuir para algo um pouco mais distante que "minha aldeia".
Penso que o comprometimento com o "social" ajudando aos que necessitam hoje e a responsabilidade com nosso planeta fazem parte do que me propus quando pensei em trabalhar com a saúde das pessoas (no meu caso a saúde bucal)

E dentro desse princípio cuido do meu lixo contaminado e tento ajudar algumas entidades que "confio".

Faça o mesmo...


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Quando não indicar um tratamento

Muitas vezes a função mais importante e dificil de um cirurgião dentista é contra indicar um tratamento dentário; o paciente procura o profissional com aquela idéia, aquele sonho na cabeça e voce por motivos técnicos deve explicar ao mesmo que naquele caso não pode ser efetuado determinado procedimento.
Coroas de porcelana, facetas, restaurações de resina e até o clareamento tem suas contra indicações.
O mais importante é consultar o seu dentista e objetivar seus desejos, mas o tipo de tratamento sempre irá depender de uma série de fatores como: oclusão (forma como vc morde), hábitos parafuncionais (presença de ranger de dentes, por exemplo), sensibilidade dentinária, localização do dente a ser reabilitado, necessidade estética, custo enfim uma avaliação individualizada deve ser efetuada.
Hoje em dia com a mídia execessiva, e muitas vezes até irresponsável, existem nos meios de comunicação uma "venda" de milagres que podem sim ser efetuados, mas devem ser feitos com parcimonia, cuidado e nos devidos casos. Por vezes o paciente pensa que determinado profissional não quer ou não tem habilidade para fazer o caso, mas na verdade a busca desse é pela segurança do tratamento.
Procure avaliar bem o que voce está escutando do profissional de sua escolha, lembre-se que infelizmente ainda não existem tratamentos infalíves com 100% de sucesso e que nem sempre pode-se fazer um tratamento, desconfie de preços muito baixos e de promessas excessivas, atente para as palavras do dentista, pois nem sempre um consultório bonito é igual a um profissional de qualidade.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Rir ainda é o melhor remédio...


Posso garantir que em nossa clínica voce terá um melhor atendimento se comparado com outras clínicas por aí

1) Equipamentos melhores que o da concorrência




2-Técnicas mais apropriadas





3- Profissionais especializados






4- Orientações de higiene





5- Tratamentos Estéticos de acordo com sua expectativa





hehehe...o que se acha nessa internet... com certeza mais bobagem do que coisas sérias...portanto aqui foi minha contribuição besteirol...



Até a próxima...risos